DEMOCRACIA (QUASE) OBRIGATÓRIA

Achei o primeiro turno assaz divertido, com aquela fauna grotesca expondo suas esquisitices na TV e me tirando a certeza de que gostaria de participar daquilo. Agradeço a pouca propaganda provocada pela falta de incentivo por parte de empresas patriotas.

Mas o que achei legal, mesmo, foi a picanha honesta e a diversidade disponível de marcas de cerveja, todas geladinhas, no churrasco que inventamos na casa dos cunhados em Anápolis. Como nos entregamos aos prazeres da carne no exato dia da votação, o único torra-saco que Eliana e eu enfrentamos foi a necessidade de procurar uma zona (eita!) de votação para justificar minha ausência de Goiânia no dia fatídico.

Eu estava a apenas 45 km de casa, mas a lei me permite optar e resolvi que a picanha e a Heineken prevaleceriam.

Mas o embate por aqui foi para o segundo turno, o que me anima a tentar juntar novamente a rapaziada em torno da churrasqueira. Vai ser meio chato estar em casa dia 30 e ser obrigado a usufruir do meu ‘direito’ de escolher entre o representante de Marconinho Cachoeira e o babão pé na cova. Se eu gostasse de golpe não teria parado com o karatê.

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