Arquivo do Autor: Rogério Veloso

É CILADA, BINO!

Uma das minhas boas fontes de diversão atualmente são as redes sociais. Minha preferida é o Facebook, que me permite apreciar sem moderação as peripécias de birutas e patetas os mais diversos e as publicações de suas incursões pelas ruas … Continue lendo

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ZEFINÍ, MAS CONTINUA

O ano de 2011 foi bem esquisitão, em se considerando a quantidade de fatos inéditos. Primeiro meu processo involuntário de emagrecimento que ia a todo vapor após o tratamento contra a hepatite C, que me encolheu dos antigos e bem-amados … Continue lendo

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SOCIAL

No já longínquo abril de 1981 abdiquei de minha condição de morador de Brasília e aportei em Goiânia para assumir cargo conquistado por concurso público no Banco Nacional da Habitação-BNH, que seria absorvido pela Caixa Econômica Federal seis anos mais … Continue lendo

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QUEM?

Eu sou péssimo fisionomista. Já me abraçaram na rua, perguntaram sobre minhas filhas, meus planos de futuro pós-aposentadoria e eu no máximo sabia que conhecia a pessoa mas não me lembrava de onde, sequer o nome da criatura. No mais … Continue lendo

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MONSIEUR LE DOCTEUR

Ao final de tantas viagens pelo interior do Estado, chegamos a um ponto em que a única alternativa era esperar. Torcer e esperar. Foram quatro ou cinco vestibulares que o moleque enfrentou, com esperança, fé e determinação, e eu notava … Continue lendo

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CISMAS

O pessoal não é dado a deixar comentários registrados neste cafofo, mas de quando em vez sou abordado por outros meios para fins exclusivos de levar esporro pelo que escrevi. Acho graça e tento compreender, é divertido tentar. Até telefonema … Continue lendo

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TEMPO REI

Claro que os sintomas foram se apresentando sistemática e moderadamente, mas pelo jeito eu não estava muito a fim de levá-los a sério. Começou com o pedido do aparelho de barbear emprestado, acabei comprando um somente para ele, mas a … Continue lendo

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LA CARTA MALEDETTA

  “Bem-vindo à administradora do seu cartão. Se você deseja isso, digite 1, caso queira aquilo, digite 2”  “Digite o número do seu cartão com 16 dígitos” “Digite o ano do seu nascimento com quatro dígitos” “Digite o dia do … Continue lendo

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VADE RETRO, RELIGIO!

Já na adolescência tive meus primeiros contatos com a imposição de certo sentimento de culpa, por não gostar de hóstia nem de dizer amém. Sempre achei chato e pouco inteligente passar pano para aquelas historinhas mal contadas naquele livrinho mal … Continue lendo

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UTOPIA

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IDIOMA DA PAZ

Já tem muitos anos que defendo a tese de que a música é a raiz da solução de todos os conflitos. Se fosse estudada e levada mais a sério a paz mundial não seria apenas discurso de miss. O segredo … Continue lendo

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DE ARAQUE, MAS HERÓIS

Na minha distante infância eu era fã de luta livre, que os caras da TV achavam mais chique chamar de telecatch. Não estava sozinho: toda minha família e a vizinhança e o país curtiam aquele faz-de-conta bobinho que recentemente me … Continue lendo

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MÃE

Faltavam poucos minutos para as três da tarde quando cheguei no hospital. O cansaço era algo exagerado, não parecia natural, mas considerei que o acúmulo de perrengues por aqueles dias fosse uma boa justificativa. Encontrei minha mãe de certa forma … Continue lendo

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PARTIDAS E DESPEDIDAS

Minha mãe faleceu dois dias após o jantar em que dividi com meu pai e meu irmão um sabor misto de prazer, nostalgia e medo. O sofrimento a ela imposto não foi excessivo, mas também ficou longe de ser pouca … Continue lendo

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COMO NOS VELHOS TEMPOS

Eis que meu pai me telefona com a voz meio chorosa, contando sobre a hemorragia que acometeu minha mãe e a enviou ao hospital. Peguei a estrada para Brasília em coisa de meia hora e em algumas centenas de minutos … Continue lendo

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